Supermulheres no comando de Superempresas

Supermulheres no comando de Superempresas

Já tem um tempo que a maior dificuldade das mulheres não é só se colocar no mercado de trabalho, e sim competir com igualdade aos homens em cargos de liderança.

Segundo, a pesquisa International Business Report (IBR) – Women in Business realizada em 2016, o Brasil teve um aumento comparado com o ano anterior, em relação aos números de mulheres em cargos de liderança, mas ainda representa apenas 19% das empresas Brasileiras, com mulheres no poder.

O que muitos não sabem é que empresas que colocam as mulheres em cargos de liderança tem um amento de 15% nos seus lucros, segundo o estudo feito Peterson Institute para Economia Internacional, publicado em 2016.

A McKinsey & Company publicou um estudo semelhante que foi pesquisado em 95 países, e se concluiu que as empresas que tem pelo menos uma mulher no comando, sendo ela CEO, Presidente, ou Vice-presidente, podem aumentar a margem de lucro em até 47%.

Esse estudo ainda nos diz que se homens e mulheres tivessem a mesma oportunidade no mercado, o PIB mundial teria um adicional de US$ 28 trilhões no período de 2014 a 2025.

Diferentes estilos de liderança, variedades de ideias que impulsionam as companhias, podem fazer toda a diferença em uma gestão.

Por isso queremos mostrar aqui, algumas histórias de mulheres que fizeram a diferença em suas empresas, e nos inspiram a não desistir de nossos sonhos, e ir à luta, nem mais nem menos, sendo iguais.

Luiza Helena Trajano – Magazine Luiza

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Assumiu o negócio da família, que era apenas uma rede de lojas no interior de São Paulo, e transformou a marca Magazine Luiza em uma das maiores e mais conceituadas do mercado, brigando em igualdade com as principais concorrentes do Brasil. Há mais de 25 anos dirigindo o grupo, Luiza, com sua criatividade, espirito de liderança, e empreendedorismo, é sem dúvidas um exemplo do poder feminino à frente dos negócios.

Sonia Hess – Dudalina

Empresa de confecção de camisas, que foi criado pelos pais de Sônia e o principalmente pelo espírito empreendedor de sua mãe, e foi comandada durante muito tempo pelos irmãos, até que sua maior ascensão e auge foi quando lançaram a linha de camisas femininas em 2012, e quem estava no comando? Sônia Hess. Além disso, ela ainda desenvolveu um projeto social que gerara emprego as mulheres do sertão e transformava os tecidos descartados em sacolas.

Cris Arcangeli  – Beauty in

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A inovação sempre esteve em seu DNA, como empresária do ramo de cosméticos, Cris Arcangelli criou 3 grandes marcas aqui no Brasil:

  • Phytoervas: criou a primeira linha de produtos sem sal do Brasil, além de inovações nas embalagens, nomenclaturas e ativos naturais. O sucesso foi tanto, que foi comprada pela multinacional Bristol-Myers Squibb.
  • Éh Cosméticos: a primeira linha de cosméticos orgânicos do Brasil, á um passo a frente do mercado nessa evolução, foi vendida em apenas 18 meses para Hypermarcas.
  • Beauty in: Atual empresa da Cris, e não podia deixar de ter uma inovação, criou uma categoria inédita de produtos no Brasil, os aliméticos, todos os produtos tem algo com colágeno para deixar a pele, e o corpo mais firme. A empresa já tem 9 linhas de produtos.

Emponderamento Feminino

Os desafios são muitos para que todos enxerguem as mulheres em igualdade, e tenha a mesma percepção de empreendedorismo que essas mulheres tiveram, e que muitas outras não tem a oportunidade de ter.

Por isso, que deixamos aqui os 7 princípios do emponderamento feminino publicado no site da ONU, para que nossos leitores, se emponderem e valorizem as mulheres no mercado de trabalho, não só hoje no Dia Internacional da Mulher, como todos os dias.

  1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível.
  2. Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação.
  3. Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa.
  4. Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres.
  5. Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing.
  6. Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social.
  7. Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

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